As baterias flexíveis e à base de papel já não são uma novidade absoluta mas os investigadores do Instituo Politécnico Rensselaer afirmam ter desenvolvido a primeira bateria que é “um dispositivo integrado e não uma combinação de dispositivos”. Seja lá o que isso for
Esta nova bateria usa “papel imbuído com nano-tubos de carbono” e podem eventualmente vir a ser utilizadas em combinação com painéis solares ou “aumentadas e moldadas para se adaptarem a portas de carros, oferecendo assim um armazenamento eléctrico móvel”.
Actualmente esta pequena bateria debita uma impressionante voltagem de 2,3V, o suficiente para alimentar uma lâmpada de pequenas dimensões. Daqui a ser usada em pacemakers ou afins, é apenas um curto passo que os investigadores responsáveis por esta pequena invenção admitem possa vir brevemente a ser dado.


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