Esta história é de como as grandes empresas podem ser generosas ou como podem encontrar campanhas publicitárias bastantes económicas. Depois da história poderão dizer qual das duas hipóteses é a mais correcta ![]()
Um estudante americano a frequentar o ensino secundário, mais concretamente a Greenwich High School, decidiu enviar um mail à Apple. Amante de vídeo e do programa de edição de vídeo Final Cut este rapaz decidiu apelar à boa vontade da Apple e pediu que lhe fosse vendida uma licença do Final Cut a um preço promocional, praticado pela Apple mas apenas para professores e estudantes universitários.

Qual não foi a sua surpresa quando o rapaz recebe de volta um mail a pedir-lhe que enviasse a sua morada física para que a Apple lhe pudesse enviar o Final Cut… gratuitamente! Para este gesto deverá ter contribuído o facto do rapaz ter afirmado ser um mac-addict e possuir um Mac Pro, um iMac e um MacBook.
E agora o que acham? Pura generosidade ou golpe de marketing sabendo o buzz (ao qual estou a participar) que iria decorrer deste acto?
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4 comentários para "Steve Jobs é um gajo porreiro"
27 de Novembro de 2008 às 10:03
Sim pode ser publicidade! Mas o que interessa é que o jovem conseguiu ter o que queria e custo zero. Se para que algumas pessoas (necessitadas) possam ser ajudadas pelas grandes empresas tem que haver publicidade, que venha ela pois estamos cá para ver.
28 de Novembro de 2008 às 18:14
O software, depois de pronto é uma grande moeda de troca para grandes empresas, ainda mais quando este não se encaixa nem de perto na linha de produtos alvo. Fora a pirataria que permitiria que o rapaz o obtivesse da mesma forma. Com isso o rapaz consegui o que queria, e a Apple até mais, uma vez que a notícia não só foi propagada entre a esfera de conhecidos do jovem mais por outros meios (ora, estou lendo aqui!), conseguido fidelizar seu cliente e mais que tudo, como sempre foi fortalecer aquilo que a Apple sempre foi: uma marca. Antigamente (não escrevo como um idoso pois ainda estou long disto, tenho 31 anos), existiam os brindes que diferentemente do que ocorre hoje (em que são imbutidos diretamente no preço do produto que se adquire), saiam de uma margem negocial. Recentemente adquiri um automóvel zero a vista, nem o tapete eu consegui de “brinde” (e olha que tentei) por fim, achei um absurdo mas acabei fechando o negócio pela pequena diferença no preço em relação as outras revendas (que fazem o mesmo). Ora, você aquire um carro de R$ 40.000,00 e não recebe sequer os tapetes que custavam R$ 50,00? Há algo errado no mercado e aqueles que sabem disso e tomam medidas em relação a isso obtém vantagens, e uma destas pessoas sem dúvidas se chama Steve Jobs.
28 de Novembro de 2008 às 22:55
Sem dúvida Felipe, não posso deixar de concordar. Muito daquilo que uma marca é, é construído pela imagem que passa aos seus clientes.
De certeza que este gesto valeu por muitas acções publicitárias. Obviamente que a Apple não pode fazer isto a todos os que mandam mensagens, mas no fundo deixa passar a imagem de que se preocupa com as pessoas e não quer apenas lhes ganhar o dinheiro (apesar de, no fundo, ser esse o seu grande objectivo).
30 de Novembro de 2008 às 7:19
eu…. simplesmente acho isso tdo um absurdo,essas empresas de grande porte fazer isso.
dar a uns e a outros não mas tambem entendo que naõ se pode dar a tdos.
mas isso é uma farsa marketing na verdade,.
dizer que estao preocupados com a sociedade mas quando na verdade e simplesmente pra vender seus produtos. dizer que são solidária com o público ou seja clientes.
mas na hra que se precisa deles e aquele negócio de esperar e ouvir aquelas musiquinhas horriveis por dez ou mais mntos.
e naum se preocupam depois que o produto ja estas na sua mão o problem é seu, ridicularizando “se vire”.
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