Sony Walkman

Não sei se será o caso de muitos de vós mas eu ainda sou do tempo em que o mercado dos leitores de música portáteis era dominado pela Sony com o seu revolucionário (na altura) Walkman. Perdi muitas horas a carregar pilhas e a gravar cassetes para ter as minhas preferidas sempre comigo.

Foi por isso com um sorriso que tomei conhecimento da espécie de experiência realizada por Scott Campbell, rapaz de 13 anos, que se viu de um dia para o outro com um Walkman nas mãos, oferecido pelo pai (que lhe indicou que esse era o “iPod da época”). E o que achou o menino Scott da experiência?

  • Quando o utilizava e andava na rua ou entrava em lojas, havia sempre olhares estranhos, uma mistura de surpresa e curiosidade que me deixavam um pouco embaraçado
  • Demorei três dias a perceber que as cassetes tinham outra face. Mas não foi o único erro ingénuo que cometi: pensei erradamente que o interruptor Metal/Normal era uma espécie de equalizador especial mas mais tarde descobri que era apenas um interruptor para escolher o tipo de banda da cassete
  • Consegui criar um modo aleatório simplesmente carregando no botão de rebobinar e libertando-o aleatoriamente – eficaz, apesar de um pouco trabalhoso
  • Em reprodução, é claramente evidente que o som reproduzido é bem diferente de um leitor MP3, principalmente devido ao ruído de fundo e ao barulho de funcionamento do próprio Walkman

Conclusões muito interessantes, não acham? Parece que foi ontem mas de facto olhar para estes equipamentos hoje em dia parece que estamos a olhar para material produzido há muitas dezenas de anos… E vocês? Ainda se lembram de utilizar um Walkman? Saudades?

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6 comentários para "A opinião de um rapaz de 13 anos sobre o Walkman"

1. ricardo comenta:
30 de Junho de 2009 às 15:57

eu lembro! ainda comprei vários! adorava :D

2. Francisco comenta:
30 de Junho de 2009 às 21:29

Lembro-me e bem, adorava estes aparelhos assim como adoro o meu inseparável ipod. Ainda conservo o ultimo que adquiri na altura, um Aiwa já um pouco sofisticado com equalizador.

3. fabio comenta:
1 de Julho de 2009 às 16:36

Tive um walkman que tinha rádio, andava com a cassete para trás e para a frente, não precisava d virar a face da cassete para ouvir do outro lado e já tinha o sistema mega bass. Foi um ganda maquinão na altura!

4. kincas comenta:
1 de Julho de 2009 às 18:24

Deves ser muito novinho.
Pois na altura dele (há 30 anos) não havia pilhas recarregáveis.

5. kincas comenta:
1 de Julho de 2009 às 18:30

In the 1980s, an American chemist John B. Goodenough led a research team at Sony that would produce the lithium ion battery, a rechargeable and more stable version of the lithium battery; the first ones were sold in 1991.

6. Nastase comenta:
4 de Julho de 2009 às 11:46

Obrigado a todos pelos comentários!

Kincas, novinho depende sempre da definição mas pela altura que apontas para a venda de pilhas de iões de lítio (já havia as de nickel-cadium) eu tinha acabado de fazer 10 anos. Só tive o meu primeiro walkman aos 12 ;)

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