O conceito de bicicletas sociais está prestes a ganhar um novo modelo. Trata-se da segunda versão da Sobi, idealizada por Ryan Rzepecki e que pretende facilitar ainda mais a vida aos cidadãos.
A ideia já não é de agora, mas já se existe uma versão 2. Mais leve, melhorada tecnologicamente, mais amiga do ambiente e até com um software com novas funcionalidades. Através de uma aplicação para telemóveis, é possível consultar onde se encontra a bicicleta livre mais próxima, isto graças ao módulo GPS existente em cada bicicleta. Os dispositivos electrónicos são alimentados durante o andamento mas a nova versão tem também um painel solar para obter alguma energia quando a bicla está parada.
A primeira meia hora é gratuita e depois o utilizador começa a pagar pelo tempo excedente. Tipo: a segunda meia hora custa 1€, a 3ª meia hora custa 2€ e assim por diante. Isto para obrigar a que o ciclista largue a bicicleta e a liberte para outros a poderem utilizar.
Esta ideia começou a ser verdadeiramente aplicada em França há já alguns anos e desde então não tem parado de aumentar. No caso gaulês, o sistema chama-se Velib e implica que as bicicletas tenham de ser depositadas em sítios específicos. Actualmente estou a trabalhar em Paris
e sou um adepto deste meio de transporte. As bicicletas estão quase sempre impecáveis, as pessoas cuidam do material e tanto os peões como os condutores respeitam imenso os ciclistas. Eu é que armado em espertinho já fui advertido pela polícia
Existem cada vez mais cidades com o mesmo tipo de conceito, inclusive em Portugal. E as ciclovias têm aumentado. Mas agora falta um componente muito importante: a vontade das pessoas em fazer com que isto resulte!
Acerca de João Lopes
Utilizador regular de tecnologia comum. Gosta de mexer em coisas novas e de descobrir como é que funcionam. É um adepto dos sistemas Open Source e da tecnologia "verde". Está sempre com novas ideias para alguém implementar...






