Desconhecido (no RD ;)), é coisa que não podemos chamar ao novo LG Maximo 3D, já que o Nastase teve a felicidade de conviver, ainda que por breves instantes, com este novo topo-de-gama da família Maximo tanto no MWC 2011, como no seu lançamento aqui em Portugal. Depois de ter lido ambos os artigos, não podia deixar de ficar entusiasmado e ansioso por experimentar este novo “brinquedo”. Mas também algo céptico…

Teste RD - LG Máximo 3D P920

Sendo um dos tópicos mais “quentes” dos últimos tempos em tecnologia, a inclusão de capacidades 3D em consolas, televisões e mais recentemente, em smartphones, tem dado “pano para mangas” a muitas publicações da especialidade. Eu, depois de ter passado uns dias “agarrado” a um Maximo 3D, vou-vos contar todos os pormenores, prós, contras e que demais houver sobre esta nova “jóia” da LG. Será que o meu cepticismo ficou curado!? Então vamos lá a mais um Teste RD!

Apresentação

Se passaram os olhos pelo dois artigos que vos deixei antes, decerto repararam que este telefone é tudo menos “normal”. Como se não bastasse o facto de ser (mais) um smartphone com processador dual-core, a LG ainda foi por cima e modificou toda a arquitectura deste sistema, adicionando dois canais e duas memórias para suportar as necessidades de cada um dos núcleos de forma independente. A isto a LG chama de “Tri-Dual”. Só por este pormenor, este telefone já valia uma atenção mais “redobrada” da nossa parte. Mas a LG, não contente com esta inovação, acrescenta a este novo membro da família Maximo, o pormenor que lhe veio dar nome e o fez sobressair ainda mais relativamente à concorrência: o ecrã 3D auto-estereoscópico.

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Frente (ecrã ligado)

E se me permitem, já que vou falar bastante disto durante este teste, aproveito para vos explicar dois ou três conceitos “básicos” sobre 3D. Teoricamente a estereoscopia é uma ilusão gerada pelo nosso próprio cérebro, resultante do processamento de duas imagens diferentes, vindas de cada olho. Esta ilusão cria uma percepção aparente de profundidade tridimensional, e normalmente para que este tipo de “efeito” funcione, i.e. para que cada um dos nossos olhos consiga ver uma imagem diferente, existem dois métodos: ou usamos óculos ou é o próprio ecrã que gera e direcciona as imagens diferentes para cada um dos olhos. Este último método chama-se auto-estereoscopia, e é precisamente o que o ecrã do LG Maximo 3D faz. À medida que for avançando pelo teste, irei voltar a estas noções, detalhando mais um ou outro aspecto, mas por agora, passemos à inevitável, infindável (mas imprescindível) lista de características técnicas.

Características técnicas

Processador
Fabricante Texas Instruments
Modelo OMAP4430 Dual-core ARM Cortex-A9
Velocidade 1 GHz
Instruções ARMv7
Gráficos POWERVR SGX540
Software
Sistema operativo Google Android 2.2 (Froyo)
Interface LG 3D UI
Memória
RAM 512 MB RAM
Interna 8 GB
Comunicações Móveis
Bandas GSM850, GSM900, GSM1800, GSM1900, UMTS900, UMTS1900, UMTS2100
Ligações de dados GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA até 14.4 Mbit/s, HSUPA até 5.76 Mbit/s
Ecrã
Tipo ecrã 3D LCD Táctil Capacitivo
Tamanho 4,3 polegadas
Resolução 480×800 pixels
Densidade 217 pixels/polegada
Áudio
Saída 3,5mm
Formatos Suportados MP3, AAC, AAC+, eAAC+, WAV, MIDI
Ligações
Cartões de memória microSD/HC até 32GB
Bluetooth Sim, 3.0 com EDR
WiFi 802.11 b/g/n
HDMI microHDMI v1.4
Fotografia e Vídeo
Tipo Sensor CMOS
Resolução 2×5 megapixels(2592×1944) atrás + 1.3 megapixels(1280×1024) frontal
Focagem automática Sim
Flash LED SIM
Formatos gravação imagem JPEG, JPS (Imagens 3D stereoscopic)
Formatos gravação vídeo MPEG4, H.264 / Video HD 1080@24fps(2D), 720p@30fps(2/3D)
Formatos Leitura vídeo MPEG4, H.263, H.264, DivX, WMV, AVI, 3GP
Outras funcionalidades Geotagging, Acelerómetro, G-Sensor, Bússola, suporte Flash
Receptor GPS
Assisted GPS Sim
Bateria
Tipo Li-ion
Capacidade 1500 mAh
Dimensões
Corpo 128.8 x 68 x 11.9 mm
Peso 168g (com bateria)

Esta é uma lista de características em que muitos dos elementos presentes decerto muitos dos nossos leitores devem reconhecer. Destacam-se no entanto não só a tecnologia “Tri-Dual” e o ecrã 3D que referi acima, mas também as duas câmaras traseiras de 5 megapixels, necessárias para fazer vídeo e fotos a 3D. O processador também é um “ilustre desconhecido” no mercado português, sendo o Maximo 3D o único smartphone (até agora) à venda em Portugal, equipado com este processador. Uma novidade interessante é que o recentemente anunciado tablet da Amazon – Kindle Fire – partilha este mesmo “cérebro” com o Maximo 3D. Só não sabemos (ainda) se também terá a tecnologia “Tri-Dual”.

E agora lembro-me de um pormenor interessante, quando escrevemos os testes do LG Maximo 2X e do Samsung Galaxy S II: chamámo-lhes “superphones” em vez do normal smartphone. E, se me permitem, com alguma razão. Mas será que o LG Maximo 3D com este “poder adicional” pode encaixar nesta categoria?! A ver vamos…

Embalagem e acessórios

Teste RD - LG Máximo 3d P920: Embalagem

Em termos de embalagem, gostei do desenho da caixa, num tom vermelho garrido que tem o condão de “saltar à vista” imediatamente, a quem quer que passe. Dentro da mesma vamos encontrar o imprescindível cabo microUSB (1,2m) e o adaptador de corrente; os auriculares de cuja boa qualidade falarei mais adiante e… e… pois. E mais nada. É que nem um cabo HDMI. Já nem vou voltar a maçar-vos com o pormenor da capa, mas neste caso é perfeitamente incompreensível que a LG tenha deixado de fora o cabo microHDMI que incluiu por exemplo, no Maximo 2X.

De seguida deixo-vos o nosso vídeo de “unboxing” deste Máximo 3D:

Design e aspecto geral

Teste RD - LG Máximo 3d P920: Traseira

Estilo, solidez, robustez, qualidade de construção são (apenas) alguns dos muitos “chavões” que podemos atribuir ao Maximo 3D no que toca ao design e aspecto geral. É incrível como há alguns meses atrás um ecrã de 3,3″ como o do iPhone 4 nos parecia uma autêntica “televisão”. Então o que dizer deste ecrã de 4,3″? Boa!

Mais espaço para ícones e widgets, maior detalhe nos vídeos e nos jogos. Pois, mas então e na mão!? É que à volta do ecrã ainda está a “moldura”, que mesmo sendo suficientemente fina para quase passar despercebida vai aumentar o volume do objecto. As minhas mãos são de tamanho acima da média, e mesmo convivendo diariamente como meu Galaxy S e o seu ecrá de 4″, tive a distinta sensação de “deixa cá agarrar isto como deve ser, senão ainda cai”. O Galaxy S II também sofre deste problema, e não esqueçamos que estamos a menos de 3 “pequenas” polegadas de chegar ao tamanho mais pequeno dos tablets, as 7″.

De qualquer forma, e mesmo que este Maximo 3D seja “espaçoso”, senti-o bastante sólido e bem construído. Os plásticos “aborrachados” que cobrem a maior parte das outras superfícies do telefone que não o ecrã e os botões, aumentam esta sensação de solidez e conforto. A LG já nos tem vindo a habituar a este tipo de construção, mas mesmo assim, noto que de modelo para modelo, ainda há sempre qualquer coisa nova e melhor. Ainda bem.

Sistema operativo

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Screenshot

A versão de Android que equipava a unidade que recebemos para testar, (ainda) era o Android 2.2 “Froyo”. E apesar de achar que este telefone merecia vir com a versão 2.3, ou “Gingerbread se quiserem, mesmo que a quisesse instalar, e o facto é que quis, não consegui. Tive grandes dificuldades em instalar no meu PC o software proprietário da LG que permite fazer a actualização do sistema operativo, e quando finalmente o consegui, o telefone pura e simplesmente não foi reconhecido, quanto mais instalar a nova ROM.

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Screenshot Benchmarking Results

E mesmo com os resultados “fabulásticos” de testes de benchmark que podem ver nas imagens acima, a verdade é que durante as quase três semanas em que convivi com o Maximo 3D, tive que o reiniciar (pelo menos) uma vez, (quase) todos os dias! Muitas aplicações a crashar, perda de sinal de rede, cartão SIM não reconhecido, enfim. Uma panóplia de maleitas que não estava de todo, à espera de encontrar neste Maximo 3D. Mas uma coisa é certa: em qualquer uma das alturas em que tive que reiniciar o telefone, todo o processo não demorava mais do que 60 segundos! Neste smartphone, a rapidez e fluidez de funcionamento são uma constante, só que a instabilidade fez com que toda a experiência descesse uns quantos furos abaixo do expectável para um (suposto) “superphone”. Gostaria de ter conseguido ver o que o Gingerbread faria com todo este poder de processamento, mas élas, não consegui.

Interface

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Screenshot

A LG conseguiu fazer do “espartano” interface de base do Android, um exemplo de funcionalidade e intuitividade. Gostei da organização das aplicações, separando as “de série”, das descarregadas por nós e do controlo fluído e muito, muito rápido. Ao nível de widgets e outros “brindes” a LG não deixou os seus créditos por mãos alheias e existem diversas opções para decorar e preencher os vossos ecrãs.

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Botão 3D

Nota-se que foi feito um esforço por parte do fabricante em destacar um pouco o interface da concorrência, mas não ao ponto de o tornar demasiado “estranho”. Ou será que sim?! Quando carregamos naquele pequeno botão que podem viram na imagem anterior, somos levados para uma parte completamente nova e “estranha” deste telefone. Falo obviamente do LG 3D UI, que não é mais do que um interface tridimensional.

Paro agora um momento e vou voltar à parte mais “técnica”. Lembram-se que vos disse antes que para ver 3D, ou usamos óculos, ou o ecrã é “especial”, como é o caso do Maximo 3D? Ora, o que produz o tal efeito, ou “ilusão” de profundidade tridimensional, é a capacidade que este ecrã tem de gerar e “apontar” imagens diferentes do mesmo ecrã, para cada um dos vossos olhos. Ora isto tem um senão que é o simples, mas maçador facto de que para poderem realmente “ver” o 3D, têm que centrar o ecrã do Maximo 3D com a vossa vista, e ao mínimo desvio, lá se vai o 3D…e aí vem a dor de cabeça…pois.

Uma das (grandes) “contrariedades” deste sistema de 3D sem óculos é que esforça bastante os nossos olhos, o que para algumas pessoas (como é o meu caso) provoca quase de imediato um certo desconforto e algumas dores de cabeça. Mas claro que, carregando outra vez no botão 3D, ou até no botão “back”, somos imediatamente levados de volta ao modo 2D “tradicional” e lá se foram as dores embora.

Internet e redes sociais

A utilização de Internet neste Maximo 3D é o que se espera. Quer por Wifi, quer por 3G (enquanto o SIM era reconhecido) a única coisa que pode atrasar o processo, é a falta de sinal ou excesso de tráfego. Em minha casa por Wifi a navegação era rápida e eficaz. E com o Flash 10.3 instalado, não havia site que não conseguisse ver, mas (volto a frisar) só ver. Continuamos a notar ainda um (grande) “atraso”, ou se calhar uma grande falta de preocupação dos produtores de conteúdos flash, com o acesso a partir de plataformas móveis.

Os agregadores de feeds sociais estão definitivamente na moda, e tal como nas outras marcas a LG dotou este Maximo 3D de diversas ferramentas que logo “à saída da caixa”, mesmo sem ir ao Market, vos possibilitam aceder, ler e sobretudo partilhar o que quiserem com os vossos amigos. Palavra especial para o “aconselhador” de aplicações que a LG inclui nos seus terminais e que começou com o Maximo 2X. As sugestões são úteis, e podem ter a certeza de que as aplicações aí listadas, foram seleccionadas pelo pessoal da LG, especialmente para este LG.

Aqui neste caso, as capacidades tridimensionais do Maximo 3D não fazem muito sentido serem sequer utilizadas. As interfaces dos sites não estão minimamente preparadas para lidar com este modo de apresentação. Mas no ponto seguinte, a coisa muda de figura… e muito.

Multimédia e Lazer

Para um (suposto) “superphone” como o Maximo 3D, o que quer que seja que pensemos fazer em termos de lazer, ele faz, e (muito) bem. Jogos graficamente exigentes, são tratados sem esforço pelos musculados núcleos de processamento, com a particularidade de poderem ser “automagicamente” transformados em jogos 3D, com um simples toque no tal botão dedicado. Como forma de demonstrar esta capacidade, o Maximo 3D vem com três jogos instalados de fábrica que, para quem tem seguido os nossos testes, já devem ser familiares: N.O.V.A, Let’s Golf 2 e Asphalt 6.

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Screenshot

Qualquer um destes jogos corre no Maximo 3D sem a mais pequena dificuldade. Nota-se bem o esforço e potência deste smartphone no que toca a tarefas exigentes de processamento. Pressionando a tecla 3D, em qualquer um destes três jogos, o modo tridimensional é activado, e lá voltam as dores… ;) Não, estou a exagerar (um pouco). A transição do modo 2D para o 3D é rápida e sem qualquer tipo de dificuldade aparente, sendo possível por exemplo, no Let’s Golf 2, ajustar a profundidade do efeito 3D. Pena que a não inclusão do cabo miniHDMI nos tenha impedido de testar se as funcionalidades de “mirroring” que o Maximo 2X dispunha, também estariam presentes neste Maximo 3D.

Mas a parte do lazer não acaba aqui. Após a instalação d Flash 10.3, não houve site de vídeos flash que não funcionasse à primeira e sem sobressaltos. E no que toca ao video “normal”, podemos voltar a carregar no botão 3D e voilá, temos…qualquer coisa que é parecido com 3D, volta a provocar dores de cabeça, mas não é bem a mesma coisa.

Ou seja, apesar do Maximo 3D ter capacidade suficiente para fazer todo o trabalho de pré-processamento 3D em tempo real para nos mostar o resultado, a verdade é que esta funcionalidade, pelo menos para mim, practicamente não foi usada noutros vídeos que não os captados directamente pelo Maximo 3D em modo…3D. Mas disso falamos depois.

Outra coisa é que, a falta de descodificação “nativa” de vídeo no hardware do Maximo 3D, faz com que vídeos de bitrate mais elevado sofram ligeiros “saltos” de quando em vez, mas nada de muito óbvio. O que é certo é que este Maximo 3D, e o seu sistema “Tri-Dual é uma máquina de entretenimento bastante rápida, potente e versátil, com ou sem (de preferência sem) o efeito 3D. Ah! Volto a referir que mesmo tendo este comportamento tão evidentemente poderoso, volta não volta “pifava”. Mais um reboot, mais 1 minuto e voltava tudo ao normal!

Deixo também aqui uma “palavra especial” para os headphones incluídos no (magro) pacote de acessórios do Maximo 3D, que sendo simples mas de boa qualidade, cumprem na medida certa as exigências de um “sistema de entretenimento móvel” como este. A sua configuração tipo “in-ear” e a boa qualidade das borrachas, garantem um bom isolamento dos sons exteriores, essencial para podermos disfrutar de um bom filme ou jogo durante aqueles momentos mais mortos.

Fotografia e vídeos

Teste RD - LG Máximo 3D P920: Câmara traseira

Depois de todo este poder de processamento, que embora fosse “embaraçado” pelos constantes problemas de estabilidade do sistema operativo, me deixou surpreendido pela positiva, confesso que fiquei algo desiludido pela fraca qualidade das imagens captadas pelas duas câmaras do Maximo 3D. Não me entendam mal, o facto de serem duas serve apenas para podermos tirar fotos e vídeos 3D, mas mesmo sendo duas, a qualidade não é “a dobrar”…muito pelo contrário.

Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste

Quem tem lido os meus testes, já está familiarizado com esta minha opinião: Não podemos esperar que as câmaras dos smartphones produzam imagems que rivalizem em qualidade com máquinas fotográficas. Mas isso não quer dizer que não esperássemos um pouco mais de qualidade nas imagens, e nos vídeos tirados pelo Maximo 3D, quer em 2D quer em 3D.

Tirar fotos e vídeos a 3D é uma experiência “surreal”, já que temos mais uma vez que nos esforçar por centrar bem o ecrã no nosso campo de visão, resistir às dores de cabeça, e lá tirar a foto ou fazer o vídeo. Ainda vos posso dar mais uma achega: vejam se conseguem ver as nossas fotos de teste, mais concretamente as fotos 3D, que sendo estereoscópicas vos vão obrigar a cruzar os olhos até mais não… mas o efeito é engraçado. Prometo! :D

GPS

O que é que há a dizer sobre o GPS!? Muito pouco, já que cumpriu a sua função à risca e sem dificuldades aparentes, mesmo com as falhas no reconhecimento do SIM, que impedindo a utilização do GPS em modo assistido, não comprometem (muito) a sua precisão.

Autonomia

E 1500 mAh de bateria dão para quê, perguntam vocês e muito bem? 1 dia… no máximo. Pois. Todo este poder de processamento tem o seu custo. Se usarem o Maximo 3D, de forma regular e/ou intensiva é dificil ter maior autonomia, e depressa se vão ver obrigados a ir buscar o cabo e ligar o Maximo 3D à uma tomada (eléctrica ou USB). Controlando o uso, as comunicações 3G e o Wifi, consegui chegar perto das 40h, mas não mais do que isso. É um caso comum nos smartphones hoje em dia: as baterias não podem aumentar mais, porque comprometeriam demasiado a “forma” do telefone. Com as que temos, dadas as características do hardware mais exigente e poderoso, e por isso mais “comilão”, não vamos muito mais longe.

Resumindo e concluindo

Bem, que dizer deste Maximo 3D!? Não posso deixar de ficar com a sensação de que se conseguisse ter feito o upgrade ao sistema operativo, se calhar tinha resolvido os problemas de instabilidade. Mas por outro lado, também não fiquei lá grande fã desta história do 3D. Confesso que para mim, depois da primeira semana, esta funcionalidade estar lá ou não estar, tornou-se indiferente, e practicamente não a usava. Foi giro mostrar aos amigos e colegas estes efeitos… Muitos “uhs” e “wows”, mas pouco mais que isso. Além do mais, não conseguia ficar mais do que 5 ou 10 minutos com esta funcionalidade ligada, pois vinham logo as dores de cabeça. Este sistema de 3D sem óculos é demasiado exigente para os nossos olhos, e na minha opinião, não terá grandes adeptos…a não ser oftalmologistas e optometristas ;)

Teste RD - LG Máximo 3D P920

Mas não me entendam mal, este Maximo 3D é um telefone soberbo…quando funcionava. Mas estou talvez a ser mauzinho. O processador OMAP4430 revelou-se um verdadeiro “mouro de trabalho” e a arquitectura “Tri-Dual” ajuda ainda mais a explorar todo o potencial deste processador.

Pontos a favor :)

  • Design e conforto
  • Processador e arquitectura “Tri-Dual”
  • Soberbo comportamento multimédia

Pontos contra :(

  • Instabilidade geral do sistema, na versão Android 2.2
  • Câmara(s) traseira(s) de qualidade sub-par
  • Falta Cabo HDMI

É por isso mesmo que este Maximo 3D (só) leva selo Prata. Digamos que para se encaixar na categoria “superphone”, ainda falta. E eu não sei mesmo se esta coisa do 3D nos telefones é para durar…ou se é só para “brincar”. A ver vamos.

Espero que tenham gostado, e como sempre, em caso de dúvidas, cá estaremos.
SW, out!

Selo RD - Prata

O que significa este selo?

Página oficial: LG Máximo 3D (P920)

Galeria de imagens

Estas são as fotografias que foram tiradas ao LG Maximo 3D durante a realização deste teste:

Fotos de teste

As fotos aqui expostas foram redimensionadas. Podem ver os originais na nossa galeria Flickr.

Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste Teste RD - LG Máximo 3d P920: Foto de teste

Vídeos de teste

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