Apresentado em Abril, o Nokia X7 surgiu como um dos primeiros smartphones da marca finlandesa a trazer de fábrica o Symbian Anna. Claramente posicionado como um telefone multimédia, o Nokia X7 chegou-nos recentemente às mãos para ser analisado.

Teste RD - Nokia X7: Frente

Depois de alguns tempo com ele está na altura de partilhar convosco as minhas opiniões em mais um Teste RD!

Apresentação

A primeira coisa que me veio à cabeça quando olhei para o Nokia X7 foi qualquer coisa do género “isto sim é um telefone com um design diferente”. Esta originalidade nas formas faz com que seja realmente muito fácil de distinguir este X7 do resto da concorrência. Mas as diferenças não se ficam pelo aspecto físico, chegando também ao software onde encontramos o Symbian Anna que tenta dar suporte às aspirações multimédia deste smartphone.

Teste RD - Nokia X7: Embalagem

Após os primeiros minutos fica realmente na retina o design, a qualidade de construção e um ecrã que se mostra a muito bom nível. E passados esses primeiros minutos? É essa a pergunta a que vos vou responder nas próximas páginas. Antes disso, e como de hábito aqui no Revolução Digital, vamos primeiro olhar para as características técnicas que compõem este Nokia X7.

Características técnicas

De seguida deixo-vos as características técnicas do Nokia X7:

Processador
Modelo ARM 1136JF-S
Velocidade 680MHz
Instruções ARMv6
GPU Broadcom BCM2727
Software
Sistema operativo Symbian^3 PR2 Anna
Interface Symbian
Memória
RAM 256MB
ROM 1024MB (350MB acessíveis ao utilizador)
Ecrã
Tipo ecrã Táctil AMOLED Capacitivo Multitouch
Profundidade de cor 16M
Tamanho 4 polegadas
Resolução 360×640 pixels
Densidade 182,9 pixels/polegada
Revestimento Gorilla Glass
Áudio
Saída 3,5mm
Rádio FM Sim, RDS
Comunicações Móveis
Bandas GSM850, GSM900, GSM1800, GSM1900, UMTS850, UMTS900, UMTS1700, UMTS1900, UMTS2100
Ligações de dados GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA (10,2 Mbps), HSUPA (2 Mbp)
Ligações
Cartões de memória microSD/HC até 32GB (inclui cartão de 8GB)
USB 2.0, ficha microUSB
Bluetooth Sim, 3.0 com EDR e A2DP
WiFi 802.11 b/g/n
Fotografia e Vídeo
Tipo Sensor CMOS
Resolução 8 megapixels (3264×2448 pixels)
Focagem automática Não (focagem fixa)
Flash LED Sim, dual-LED
Formatos gravação imagem JPEG
Formatos gravação vídeo 3G2, MPEG4 (max 1.280x720p@25fps)
Outras funcionalidades geotagging, detecção de rostos
Receptor GPS
Protocolo NMEA 0183
Assisted GPS Sim
Bateria
Tipo Iões de lítio
Capacidade 1.200mAh
Tempo de conversação GSM: 6,5 horas / 3G: 4,5 horas
Tempo de stand-by GSM/3G: 450 horas
Tempo de reprodução musical até 50 horas
Dimensões
Corpo 119,7(A) x 62,8(L) x 11,9(P) mm
Volume 85 cm3
Peso 146g (com bateria)

Primeiras dúvidas: será o processador suficiente para uma utilização fluída? A RAM de 256MB não ajuda a dissipar as dúvidas, é verdade. Do outro lado temos o ecrã AMOLED que, pelo tipo de tecnologia envolvida, promete um desempenho superior.

Vamos lá então ver como é que tudo isto se porta…

Embalagem e acessórios

A embalagem em que vem acomodado este smartphone é tipicamente “Nokia”: às cores da marca, ostenta aquele azul que aprendemos a reconhecer ao longo dos anos. Bastante compacta, a embalagem não desperdiça espaço nem materiais. A nossa arrumação agradece, assim como o ambiente.

Teste RD - Nokia X7: Embalagem

Esta embalagem funciona ao estilo “cartucho”: o seu interior desliza para fora pela parte de baixo, revelando de imediato o Nokia X7. Por baixo do smartphone encontramos os manuais e certificados de garantia que vêm dentro de uma pequena caixa identificada com um pictograma muito sugestivo: um “i” dentro de um círculo. Debaixo dos manuais temos então acesso ao carregador (com fio próprio e terminação microUSB), um cabo USB-microUSB, os auriculares e um conjunto de borrachas de diferentes tamanhos para os mesmos.

Teste RD - Nokia X7: Conteúdo embalagem

Os acessórios incluídos são de muito boa qualidade, chegando ao detalhe de haver uma fita de velcro no fio do carregador que nos permite mantê-lo sempre arrumado. Bem visto.

Design e aspecto geral

No que toca ao design e construção, o Nokia X7 é um belo exemplo daquilo que a firma finlandesa sabe fazer: produtos de elevada qualidade, extremamente bem construídos e com uma sensação de solidez e robustez quase “à prova de bala”.

Teste RD - Nokia X7: Frente (ecrã ligado)

Claro que o design é sempre um ponto muito subjectivo. No entanto, e no meio de tantos telefones parecidos, o X7 acaba por conseguir apresentar uma identidade própria, com formas e curvas que permitem reconhecê-lo sem grande dificuldade. Não é um telefone leve, antes pelo contrário, mas o peso que apresenta vem reforçar a ideia de solidez que emana do X7.

Em termos de ergonomia, as arestas laterais não são o que de mais confortável já experimentamos mas acabam por permitir segurar de forma segura o telefone.

Dando agora a volta o Nokia X7 temos na frente do aparelho o ecrã AMOLED, táctil e multi-toque, de 4 polegadas. O ecrã é muito bom, com boas cores e um bom contraste. O brilho máximo é o suficiente para conseguirmos utilizar o Nokia X7 em plena luz solar sem qualquer tipo de problema. Bom ponto.

Teste RD - Nokia X7: Botão central

Como tem sido costume nos equipamentos mais recentes o ecrã ocupa quase a totalidade da frente do smartphone: tirando o ecrã apenas temos o auscultador na parte superior e o botão central na parte inferior.

Devido à sua parte traseira arredondada, é difícil dizer que o Nokia X7 tem laterais. Mesmo assim podemos dizer que do lado direito do telefone encontramos os botões de volume e o botão dedicado a funcionar como disparador da máquina fotográfica. Do lado oposto encontramos as entradas (algo difíceis de utilizar – já lá iremos) para o cartão microSD e cartão SIM.

Teste RD - Nokia X7: Lateral direita

Na traseira do aparelho temos apenas o sensor fotográfico de 8 megapixels e o duplo flash LED. É de referir que a traseira do Nokia X7 é quase toda revestida de metal escovado, extremamente agradável ao toque e que reforça também ele a sensação de estarmos perante um telefone muito bem construído. No topo do X7 encontramos a saída jack de 3,5 mm, o botão de alimentação e a porta microUSB.

Teste RD - Nokia X7: Traseira Teste RD - Nokia X7: Topo

Voltando agora às entradas para os cartões microSD e SIM. A Nokia optou no X7 por um novo mecanismo que pode ser descrito como uma espécie de gaveta: carregando num dos lados dessa gaveta, ela eleva-se ligeiramente e permite-nos retirá-la. Feito isso podemos colocar na gaveta o cartão em causa, voltando a colocá-la no X7.

Teste RD - Nokia X7: Entrada microSD

Apesar deste ser um sistema que nos permite trocar tanto o microSD como o SIM sem desligar o equipamento, o manuseio destas “gavetas” não é propriamente muito fácil. Acreditem, foram várias as vezes em que tive de recorrer a algumas tentativas para as voltar a colocar no lugar. No entanto creio que isso seja uma operação que quem tiver um Nokia X7 não irá fazer todos os dias pelo que acaba por ser um problema de menor importância.

Teste RD - Nokia X7: Entrada SIM

Finalmente deixem-me referir o facto de que a bateria não é removível. Devido ao tipo de construção do X7 não temos acesso directo à bateria pelo que é impossível termos uma segunda bateria e trocá-la num instante quando a primeira fica sem carga…

Sistema operativo

O Nokia X7 tem como sistema operativo a mais recente versão do Symbian, a Anna. As esperanças depositadas nesta versão eram muitas, até porque não tinha ficado totalmente convencido com o Symbian^3 presente no Nokia N8. Infelizmente, apesar de se notarem algumas melhorias, nem todas as expectativas foram preenchidas.

Teste RD - Nokia X7: Botões volume

Inexplicavelmente, e sem ter quase nenhumas aplicações a correr, o telefone pára por vezes durante uns segundos. Lá temos de esperar que reaja para conseguirmos continuar a utilizá-lo… Isso é ainda mais estranho pois uma vez as aplicações a funcionar ou mesmo entre cada paragem, o Nokia X7 é perfeitamente rápido a responder. Pena mesmo estas “travadinhas” que retiram algum do prazer de utilização.

Teste RD - Nokia X7: Botão alimentação

O que fica do tempo de utilização deste Symbian Anna é que, apesar de ter melhorado um pouco no aspecto gráfico e na optimização geral do sistema, o que fica dizia eu é a a sensação de um sistema por vezes demasiado complicado. Para realizar tarefas simples, que poderiam ser feitas em um ou dois toques noutros sistemas, no Symbian temos de andar a navegar por vários menus até chegarmos onde queremos.

Interface

Ao nível da interface não notei grandes diferenças em relação ao Symbian^3 que vem com o Nokia N8. Continuamos a ter à nossa disposição três ecrãs principais onde podemos colocar os nossos atalhos e widgets preferidos de modo a personalizar ao nosso gosto o telefone. No entanto o processo de personalização reflecte um pouco o que disse mais acima sobre o sistema operativo: é demorado e requer toques a mais para fazermos o que pretendemos.

Além disso a liberdade que temos é reduzida pois apenas podemos colocar widgets em sítios pré-determinados, sem grande opção de escolha. Esta rigidez no entanto tem uma vantagem: o Symbian continua a ser o único SO móvel que adapta os ecrãs principais à orientação do telefone: se deitarmos o X7 para o lado, os widgets adaptam-se perfeitamente. E isso sim é um trunfo, a meu ver, desta interface.

A lista de aplicações é também ela diferente do que estamos habituados no Android ou iOS: quando lhe acedemos somos presenteados com uma pequena lista que inclui as aplicações ditas “principais”. As outras estão todas colocadas numa espécie de pasta. E como o mais provável é estarem aí as aplicações que mais utilizamos, muitas vezes acabamos por, mais uma vez, ter de dar um toque a mais do que seria necessário para conseguirmos chegar onde queremos.

Teste RD - Nokia X7: Detalhe frente

Ao fazer deslizar a lista de aplicações instaladas há também um ligeiro atraso entre a nossa acção no ecrã e a resposta do sistema. Pensei no início que seria apenas da primeira vez que a lista era carregada mas infelizmente esta situação foi recorrente. Mais uma vez digo: não é uma situação dramática e que estraga por completo a experiência de utilização. No entanto nota-se e é um pouco desagradável…

Internet e redes sociais

Um dos pontos que o Symbian Anna vinha melhorar era o navegador internet. Aqui sim notei uma diferença mais significativa em relação ao Nokia N8: o browser é mais rápido e fluído, respondendo melhor às solicitações. No entanto, e apesar disso, não é o mais rápido dos navegadores móveis ficando atrás do webkit do Android ou mesmo do Safari do iOS.

Em relação à compatibilidade, nada há a dizer: as várias e numerosas páginas que experimentei abriram sem qualquer problema no X7 e sem apresentarem diferenças com a versão “desktop”.

Já ao nível das redes sociais, a Nokia continua a apostar na sua aplicação agregadora que faz um bom trabalho para nos manter a par das actualizações de estado dos nossos amigos e conhecidos.

Multimédia e Lazer

Chegamos agora ao ponto que realmente interessa neste Nokia X7. Não sou eu que o digo mas sim a própria Nokia que classifica este smartphone como um verdadeiro centro de multimédia. Sinceramente, esperava um pouco mais do X7 e para ser o tal “centro multimédia” falta-lhe alguns trunfos.

O primeiro, e que hoje em dia é cada vez mais importante, é a saída HDMI. Presente no Nokia N8, este “pormaior” faz falta no X7: com uma saída HDMI é muito fácil partilhar e mostrar as nossas fotos e vídeos feitos com o telefone. Ou mesmos alguns filmes que temos armazenados na memória interna. Faltando isso, uma parte da experiência multimédia desaparece.

Teste RD - Nokia X7: Porta microUSB

Outro “pormaior” é a compatibilidade com os formatos de ficheiros media que por aí andam. Um MKV, por exemplo, não é reproduzido. As legendas em SRT ou SUB também não são suportadas pelo leitor de vídeos nativo do Symbian. Podem ser detalhes mas são detalhes que limitam e nos obrigam na maioria das vezes a recodificar um vídeo para que possa ser reproduzido no nosso telefone.

Ao nível da música, nada a dizer: o leitor multimédia é bastante bom e o volume debitado pelo X7 mais do que aceitável, com uma boa qualidade sonora. Aqui os auscultadores incluídos de origem fazem também um bom trabalho graças a uma qualidade acima da média.

Ao nível do jogos temos à nossa disposição toda a oferta da Ovi Store e de algumas editoras que apostam (também) no Symbian. Jogos mais complexos funcionam sem grandes sobressaltos. Não esperem no entanto uma fluidez equivalente aos mais recentes smartphones de topo com processadores dual-core mas este Nokia X7 acaba por se sair muito bem na fotografia geral, cumprindo na perfeição o seu propósito.

Fotografia e vídeos

Depois de ter testado o Nokia N8, as minhas expectativas quanto às capacidades fotográficas deste X7 eram bastante elevadas. Expectativas essas que se viram ligeiramente frustradas. A primeira razão é a ausência de uma lente Carl Zeiss que retira logo alguma da qualidade às fotos captadas. O detalhe, apesar de ser satisfatório, não é tão bom como o obtido com o N8.

Teste RD - Nokia X7: Foto de teste

Depois há aqui outro entrave: a falta de focagem automática. É de facto uma pena que num smartphone como o Nokia X7 não esteja presente uma funcionalidade que faz realmente falta, sobretudo quando queremos brincar um pouco aos fotógrafos. Atenção que isto não quer dizer que as fotos tiradas com o Nokia X7 sejam más. São perfeitamente utilizáveis, as cores são bastante fieis e não notei nenhuma tendência cromática.

Teste RD - Nokia X7: Foto de teste

Nos vídeos o veredicto é o mesmo: os trechos captados permitem-nos perfeitamente partilhar um ou outro momento com os nossos amigos. No entanto também aqui a qualidade não é a máxima que já tenhamos visto num smartphone, deixando o Nokia X7 num posição apenas satisfatória.

GPS

A grande vantagem de comprar um smartphone Nokia hoje em dia prende-se com a inclusão, gratuita, do Nokia Maps. É de facto muito bom podermos ter acesso a um navegador GPS que faz jus ao nome e não necessita de estar ligado constantemente à Internet para nos poder guiar nos nossos percursos.

Teste RD - Nokia X7: Detalhe traseira

Uma vez descarregados os mapas para o nosso telefone podemos então partir para onde bem quisermos. A captação de sinal a frio foi um pouco demorada (o que não deixa de ser normal) sendo que, se tivermos a ligação de dados móveis activa, o tempo é drasticamente reduzido. Uma dica: para não esperar tanto tempo pela nossa localização, podemos sempre ligar a ligação Internet, esperar que o GPS obtenha os dados e depois desligar os dados. Sempre se poupa uns preciosos segundos, que parecem uma eternidade quando estamos parados dentro de um automóvel.

Em andamento o conjunto Nokia X7 + Nokia Maps funcionou bastante bem, com indicações claras e atempadas.

Autonomia

A bateria de 1.200mAh incluída no Nokia X7 não faz milagres, infelizmente. Por isso esperem ter de o recarregar todos os dias caso pretendam utilizar intensivamente este smartphone. Nada a que não estejamos habituados nos dias que correm… Em utilização moderada consegue-se obter melhores resultados tendo inclusive atingido os dois dias de utilização com apenas uma carga de bateria.

Uma nota que poderá ser negativa para algumas pessoas: não temos acesso à bateria pelo que nos é impossível trocar por uma suplente de forma fácil. Uma opção de design tomada pela Nokia que, talvez, não fará diferença à maioria das pessoas mas que aborrecerá quem está habituado a ter duas baterias disponíveis.

Resumindo e concluindo

O Nokia X7 foi o primeiro modelo a aparecer no mercado já com o Symbian Anna instalado. Apesar da Nokia estar a apostar imenso no Windows Phone, a firma finlandesa garante que não irá deixar cair tão depressa o Symbian. No entanto ainda tem de se esforçar bastante para o tornar numa alternativa viável pois é mesmo pela parte do software que este smartphone desilude.

Teste RD - Nokia X7: Frente (ecrã ligado)

A construção, ao bom estilo Nokia, é soberba e praticamente imaculada; os materiais são muito bons, bem aplicados e a parte traseira em metal escovado é um verdadeiro prazer a manusear. O ecrã, AMOLED, é outro trunfo deste telefone, apresentando cores fortes e vibrantes assim como uma visibilidade em exterior fantástica.

No entanto, e devido às pequenas mas irritantes falhas do Symbian, o Nokia X7 não consegue verdadeiramente convencer pelo que irá receber da nossa parte o selo de prata: trata-se de um telefone bonito, diferente, bem construído mas com alguns defeitos.

Pontos a favor :)

  • Design diferenciador;
  • Ecrã AMOLED de boa qualidade;
  • Qualidade de construção irrepreensível;

Pontos contra :(

  • Symbian…
  • Bateria não removível;
  • Entradas SIM e microSD não muito práticas;
Selo RD - Prata

O que significa este selo?

Página oficial: Nokia X7

Resta-me agradecer-vos a vossa companhia durante este teste ao Nokia X7 e colocar-me à vossa disposição caso tenham alguma dúvida, sugestão ou crítica a fazer!

Galeria de imagens

Estas são as fotografias que foram tiradas ao Nokia X7 durante a realização deste teste:

Fotos de teste

As fotos aqui expostas foram redimensionadas. Podem ver os originais na nossa galeria Flickr.

Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste Teste RD - Nokia X7: Foto de teste

Vídeos de teste

Mais vídeos no canal YouTube do Revolução Digital.

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9 COMENTÁRIOS

  1. Se tivesse Android e com pelo menos 1GHz de processador, batia recorde de vendas, realmente design muito bonito e original, o que faz muitas pessoas a comprar este smartphone.

    Boa review. Continuem ;)

  2. Vou dizer vos,é realmente uma pena a Nokia não apostar no Android para um equipamento assim… A nível de design e qualidade posso dizer q é mt bom,tenho um amigo q tem um,já experimentei.. Mas quem experimenta Android ou iOS acho q dificilmente volta a usar outra coisa. E é algo q não consigo compreender numa marca como a Nokia,com aquela fantástica cultura finlandesa,a deixar se ficar p trás??? Caramba,o n9 q esta fantástico,o MeGoo tb,e eles já desistem?? Mas q se passa lá no cimo da Europa?? Vou dizer vos,neste momento apenas dou credibilidade à Apple à goggle à samsung e Htc. Porque mostram o caminho a seguir,mostram método de trabalho e uma clara aposta numa continua subida de qualidade final. Bem,ok,não sou nenhum génio nem super entendido,mas acho q é o q esta à vista de toda a gente..mas custa ver A Nokia a passar por isto…

  3. Melhor antigo com mais recursos que moderno cheio de restrições. Sem bateria removível, sem gravar chamAda, sem transferência de varios arquivos até por Bluetooth, sem usar flash, sem salvar paginas e sem opçao de ver paginas só com texto, sem cartao de memória, etc. não dá pra entender. Se tiver um tipo iPhone, samsumg que faz tudo isto compro agora. Me indiquem com SMS para (24)81483592 ou deixe recado na caixa postal, obrigado!

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