Um pequeno jogo com um título enorme, “Tales from Space: Mutant Blobs attack!!!” e nós aqui no Revolução Digital temos o prazer de vos apresentar o teste que fizemos a este jogo.
Introdução
Mutant Blobs Attack é um jogo de plataformas e puzzles que a muitos vai fazer lembrar as mecânicas de LocoRoco da PSP, usando conceitos de física como a gravidade, magnetismo e repulsão. Neste jogo tomamos controlo de um blob, um ser viscoso unicelular, e rastejamos e deslizamos por cenários criados de forma inteligente com vários desafios e puzzles para superarmos, isto tudo com um apetite insaciável.
A História e objectivos
A história é simples: Blob era uma cobaia num laboratório onde uma equipa de cientistas faziam cruéis e terríveis experiências com estes seres… Pobres blobs! Certo dia um consegue escapar e essa é a sua aventura ao longo de 6 capítulos, cada um com 4 níveis e mais alguns de bónus em cada capítulo. Desde a evasão do laboratório onde estava cativo até ao exterior, à lua e de volta à Terra.
O objectivo é igualmente simples: é necessário completar os puzzles presentes em cada nível para poder fugir dos humanos e passar ao próximo mapa até à doce liberdade. Podemos saltar, planar, voar e interagir com diversos objectos como alguns metais espalhados que podemos usar para ganhar propulsão devido ao poder do magnetismo, uma vez que apanharmos esse poder claro.
Pelo caminho, para repor energia e crescer em tamanho (o sonho de qualquer blob é ser grande!) devemos absorver tudo o que virmos, especialmente se estiver a fugir de nós como alguns humanos!
Quanto mais absorvermos (sejam vacas, galinhas, humanos, carros ou helicópteros) maior ficamos para poder abrir passagem ao próximo nível.
Este artigo tem várias páginas:
- Introdução, História e Objectivos
- Funcionalidades, som, gráficos e demonstração
- Resumindo e Concluindo, Galeria de imagens
- Ver o artigo completo
Acerca de Hugo Mendes
Um geek inveterado de gaming desde os tempos do Spectrum 48k e MS-DOS. Adora escrever principalmente sobre indie e retro-gaming.







